quarta-feira, 20 de maio de 2009

Comentário sobre o vídeo

Considerando as respostas das entrevistas, percebemos um traço marcante na linguagem do nosso entrevistado, que é o predomínio do nível coloquial, durante a entrevista ficou bastante nítido a sua espontaneidade, sem se preocupar com a formalidade da língua padrão, em elaborar uma fala que estivesse de acordo com a norma culta da língua.As suas frases não foram elaboradas com rigor formal da gramática, ele apresentou traços característicos da oralidade, um falar espontâneo, desinibido, rico em utilizar construções que se distanciam do que podemos chamar de padrão da língua, repetindo muitas vezes as mesmas palavras em uma frase, essa repetição foi percebida no trecho: “... uma vez que ela teve um problema, que ela sofre de pressão alta, ela teve um problema forte”.Mostrou-se criativo, por exemplo, no momento que disse: “... isso tá fora de mim, alegria 100%, 24 horas por dia”.Por outro lado, a nossa entrevistada não se descuidou do uso formal da linguagem. Ela mostrou ter cuidado com a fala, o tempo todo apresentou frases bem articuladas e gramaticalmente estruturadas, evitou a informalidade, desprovida da linguagem popular. Em nenhum momento utilizou gírias.Emprego de vocabulário amplo e variado, como exemplo, emprego das palavras: físico, emocional, negativo, mensurar, consumo, obstáculo, solucionar, acarretar, incomodar, linha de raciocínio.Podemos constatar nessa entrevista, como a pessoa que desfruta do nível culto, da língua padrão, realmente possui prestígio, pois a senhora entrevistada ocupa um cargo de chefia, liderando uma equipe.

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